Lançado em outubro de 2012, o Windows 8 deveria ter sido sucedido pelo Windows 9, caso a Microsoft seguisse o mesmo esquema adotado para nomear as versões anteriores do sistema. Mas não foi o que aconteceu em julho de 2015, quando estreou o Windows 10, pulando a edição “9”.

Por que a Microsoft pulou o Windows 9, passando direto para a versão 10? Na época, surgiram diversas teorias tentando explicar a escolha da gigante de Redmond, como a possibilidade de o número “9” causar problemas de compatibilidade ao ser relacionado às edições Windows 95 e Windows 98.

Embora essa explicação surgida no Reddit faça sentido, o motivo oficial da escolha é outro e bem simples. De acordo com a especialista em tecnologia Mary Jo Foley, a big tech optou pelo nome Windows 10 por uma questão de marketing.

O sucessor do Windows 8 deveria se chamar Windows 9, mas a Microsoft mudou de ideia.O sucessor do Windows 8 deveria se chamar Windows 9, mas a Microsoft mudou de ideia.Fonte:  Pixabay 

Conforme a autora explicou em texto publicado no ZDNet em 30 de setembro de 2014, quando foi revelado o nome oficial da então próxima geração do sistema, a Microsoft escolheu o número “10” para mostrar que aquela seria a “última grande atualização do Windows”, com a empresa planejando lançar apenas updates regulares e menores, em vez de atualizações gigantes com anos de intervalo.

Estratégia não foi seguida

Ainda de acordo com Foley, havia vários outros nomes possíveis para o sucessor do Windows 8. Windows X, Windows 365, Windows One, Limiar e simplesmente Windows, além do próprio Windows 9, eram alguns dos codinomes utilizados dentro e fora das dependências da Microsoft para se referir ao futuro lançamento.

Já em relação a intenção de ter o Windows 10 como última grande atualização do seu sistema operacional, a fabricante acabou mudando de ideia. No ano passado, a companhia lançou o Windows 11, desta vez voltando a apostar no tradicional esquema de nomenclatura do software.



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