Rhonda Fleming, uma das pioneiras do cinema em cores, morre aos 97 anos | Cinema

Rhonda Fleming, uma das pioneiras do cinema em cores, morre aos 97 anos | Cinema


Rhonda Fleming, uma das pioneiras do cinema em cores, morreu aos 97 anos na Califórnia, Estados Unidos. A informação foi confirmada por sua assistente pessoal, Carla Sapon, ao jornal “New York Times” neste sábado (17).

A estrela de “Quando Fala o Coração” (1945), de Alfred Hitchcock, estava internada no hospital Saint John’s Health Center, na cidade de Santa Monica. Ela morreu na quarta-feira (14), e a causa da morte não foi divulgada.

Fleming foi uma das musas da Era de Ouro de Hollywood, entre os anos 1940 e 1950, e estrelou diversos westerns, noir e filmes de aventura. Foi com a chegada da tecnologia Technicolor, que deu cor às películas, que seus cabelos ruivos – uma marca registrada – foram vistos em todo o mundo.

Rhonda Fleming em performance no hotel New Tropicana em Las Vegas, em 1957 — Foto: David Smith/AP/Arquivo

“De repente meus olhos eram verdes. Meu cabelo vermelho como o fogo. Minha pele branca como porcelana”, disse Fleming em 1990 à Associated Press. “De repente, toda a atenção foi direcionada para minha aparência, e não para a minha atuação.”

Aos 50 anos, ela teve uma nova estreia, desta vez em um teatro da Broadway, em Nova York. Acostumada aos estúdios, ela mostrou sua versatilidade em uma montagem de 1973 da comédia “The Woman”, peça feita inteiramente com um elenco feminino.

Em foto de 1962, o então candidato republicano ao governo da Califórnia, Richard Nixon, conversa com Rhonda Fleming — Foto: AP/Arquivo

Rhonda Fleming nasceu em Hollywood, em 1923, e é foi a caçula da também atriz e modelo Effie Graham. Durante 15 anos nos estúdios, atuou em mais de 30 filmes – em quatro deles contracenou com o futuro presidente dos EUA, Ronald Reagan, que também era ator.



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